sábado, 14 de novembro de 2009

Educação - Parte 2


Ensino Profissionalizante: o outro lado da moeda


Acho que só eu penso assim, pelo que eu percebi nas aulas. Eu não sou completamente a favor dessa modalidade, não. Acontece que eu percebi um problema que acredito estar por trás disso tudo. Pode ser que eu esteja errada também.


Não me levem a mal, eu acho sim, muito importante que haja essa modalidade para que se amplie as oportunidades de educação no país, coisa que é muito precária. Mas eu acho que isso é só uma medida paleativa do governo.


>Pontos positivos: Oportunidades de educação para quem não tem ao seu alcance, formação rápida para o mercado de trabalho, que exige cada vez mais profissionais especializados em suas áreas


>Pontos Negativos: O mercado de trabalho é mesmo exigente, mas exige mão de obra rápida, fácil e barata, afinal, é mais barato pagar um técnico do que um graduado, do ponto de vista do mercado. Do ponto de vista do governo também, afinal é mais barato investir em cursos técnicos do que ampliar o número de vagas nas universidades, melhorar o ensino superior. Cursos técnicos me lembram anos 70, lei 5.692: ensino tecnicista, mecanista, reprodutor - formar pessoas barata e rapidamente, para trabalhar quase de graça e ainda por cima não reclamar, pois esses cursos são bons pra eles, é educação, é investimento do governo...


Por que não investir em melhorias nas universidades? Por que não aumentar as oportunidades e o acesso [e permanência] às universidades?


Enquanto isso não acontece, temos que agradecer por pelo menos existir esse "embranjamento"...

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